quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Lula diz que vai participar mais do segundo mandato de Dilma e será candidato em 2018

Bolsas internacionais majoritariamente em alta, à espera do FED, que deve encerrar hoje o seu programa de compra de ativos.

A expectativa é pelo statement, e eventual sinalização sobre o timing de um aperto de juro.

No Brasil temos Copom.

A aposta em uma Selic estável é unânime, porém a reeleição de Dilma e as especulações de manutenção de Tombini à frente do BC ampliam o suspense pelo comunicado.

O reflexo disso tudo é um mercado doméstico com apetite comprador, pelo menos no curtíssimo prazo.

Quando cai é com baixo volume, quando sobe aumenta o número de negócios, elevando rapidamente as cotações, desde a abertura de segunda-feira.

Dólar sob domínio vendedor, talvez representando capital vindo de fora para aproveitar as promoções do IBOV, que tem nada mais nada menos que 28 ações abaixo do valor patrimonial, sem contar assmall caps, esquecidas pela menor liquidez, porém com preços igualmente atrativos.

Balanços corporativos mundo afora têm agradado, impulsionando os preços.
FED será às 16h.

Olho vivo no fluxo cambial no Brasil às 12h30.

Abaixo gráfico diário do míni-dólar com forte sinalização baixista, rumo a 2.424.



Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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