sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Adeus ao outubro vermelho

O mês de outubro de 2014 se despede como um dos meses mais voláteis da história da bolsa no Brasil.

Retirada dos estímulos nos EUA, vírus Ebola, fatores geopolíticos na Ucrânia e Iraque, indicadores chineses e ações do BCE no Zona do Euro foram meros coadjuvantes frente às eleições para a presidência da República.

máxima do IBOV no mês foi marcada no dia 06/10 aos 58.897 logo após a votação para o primeiro turno e a mínima no dia 27/10 aos 48.722 após o segundo turno.

Depois disso o benchmark inclinou-se para cima, rompeu ontem a média móvel exponencial de 5 períodos e sinaliza melhor sorte para os compradores no curto prazo.

Exterior em festa.

Após o PIB norte-americano, o motivo para hoje são os estímulos do BOJ, levando a bolsa de Tóquio a fechar em alta de 4,83% aos 16.413,76 pontos.

Europa, metais e futuros nos EUA sobem de forma relevante.

Taxa de desemprego na Zona do Euro ficou inalterada em 11,5% em setembro.

Na agenda do dia, dados de renda e consumo saem às 10h30 e sentimento do consumidor às 12h nos EUA.

Petrobras estará mais do que nunca no radar dos investidores, uma vez que o aumento da gasolina é esperado para hoje e conheceremos balanços de dois de seus pares internacionais: ExxonMobil e Chevron.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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