terça-feira, 30 de setembro de 2014

Despedida de setembro, um dos meses mais voláteis da história recente do IBOV

O pregão de hoje marca o adeus a setembro de 2014, um dos meses mais voláteis dos últimos tempos, com oscilações históricas.

market mover principal sem dúvida foi a corrida eleitoral, na disputas mais equilibrada, pelo menos é o que indicam as pesquisas, após o período militar.

Tivemos com coadjuvantes a economia chinesaconflitos geopolíticos e a tensão sobre quando o FED vai iniciar a subida de juros nos Estados Unidos.

Ontem os investidores estrangeiros atuaram na venda, diminuindo a posição comprada em 2.281 contratos de índice futuro, para 69.692.

Para a grandeza da queda que tivemos até que não venderam muito, o que mostra que parte do movimento foi caudada por players internos, que sempre exageram na dose seja na compra ou na venda.

Banco Central vive um dilema: diante da escalada no dólar no exterior, ele continua atuando na venda do moeda, queimando caixa, porém sem conseguir evitar que o dólar se valorize ante ao real.

Dificilmente a moeda vai ceder por aqui antes de testar 2.508,500.

Expectativa por estímulos na Europa alimentam bolsas locais.

Nos EUA o mercado aguarda o ISM, índice de atividade industrial programado para às 10h45 e o índice de sentimento do consumidor às 11h.

Ibovespa com cara de repique para hoje, o desafio é saber até onde.

O movimento mais técnico seria um pullback em 55.250 para cair de novo depois.

Porém temos vendedores sedentos em livros de ofertas de ações com peso no índice e a pesquisa Vox Populi de ontem mostrou, assim como o Datafolha, a presidenta Dilma como favorita para disputa presidencial.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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