sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Brasil vai operar na esteira do exterior ou descolar?


Sexta-feira começa com alta generalizada.

Os últimos balanços corporativos têm sido bem precificados no Brasil, com destaque para o Banco do Brasil no pregão de ontem, o que gerou compras em quase todos os ativos do setor financeiro.

Coma a corrida eleitoral virou um jogo de xadrez, fatores como calote argentino, conflitos na Faixa de Gaza, Iraque e Ucrânia deverão seguir em segundo plano para os negócios domésticos.

Apenas indicadores vindos da China ainda são capazes de provocar impacto certeiro e imediato especialmente nos setores de siderurgia e mineração.

Diminuição das tensões geopolíticas citadas logo acima e expectativa por nova rodada de estímulos econômicos elevam as cotações mundo afora.

Nos Estados Unidos o PPI subiu 0,1% em julho ante junho, previsão +0,2%, enquanto o índice Empire State de atividade em NY caiu a 14,69 em agosto, previsão de 20.

Na agenda do dia ainda teremos nos EUA a produção industrial e capacidade utilizada às 10h15 e posteriormente o Michigan Sentiment às 10h45.

Abaixo traçamos um estudo do míni-índice futuro contrato WINV14.

Ele mostra um movimento de congestão no curto prazo, quando o mercado trabalha de forma lateral, desde o início de agosto.

Apenas o rompimento de 58.125 ou a perda de 56.070 indicarão o rumo do índice no curto prazo.

Nas cotações atuais estamos mais ou menos no meio do caminho entre a alta e a baixa.

cenário político eleitoral e o fluxo do dólar serão variáveis importantes a serem observadas nesse cenário.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan



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