sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Market Movers

Mercado doméstico polariza nessa sexta-feira uma briga entre comprados e vendidos com equilíbrio.

Do lado vendedor pesam ações de siderurgia e mineração.

Do lado comprador além da Petrobras papéis do setor financeiro puxam o IBOV.

Pelos gráficos e posição dos estrangeiros nos últimos pregões, o mais natural seria uma sexta-feira de queda, com investidores realizando lucros recentes.




Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

Nova composição do IBOV, PIB, Datafolha e Ucrânia agitam o último pregão de agosto

Troca de ações para os fundos que operam Ibovespa passivo e ativo prometem agitar os negócios.

Nosso PIB caiu 0,6% em comparação com o 1° trimestre.

Expectativa pelas pesquisas Datafolha para a corrida presidencial trarão uma dose extra de volatilidade.

Na agenda do dia ainda teremos Chicago PMI e Michigan Sentiment nos EUA às 10h45.

Na Zona do Euro, um CPI em linha com a expectativas evitam uma queda das bolsas locais, uma vez que as tensões na Ucrânia aumentaram.

Ontem o IBOV deixou um padrão de candlesticks denominado harami de baixa, que sugere correção no curto prazo.

O primeiro sinal é sempre apontado pelos candles, portanto a ordem do dia é cautela e stop loss justo para os comprados e oportunidade para os que operam na venda.

Primeiro alvo da correção: 59.470.


Bons negócios!

Wagner Cateano
Cartezyan

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Tensões na Ucrânia derrubam bolsas européias

Velho continente trabalha em baixa generalizada.

Aumento de tensões na Ucrânia imprime aversão ao risco e realização de lucros.

Nessa manhã as bolsas norte-americanas trabalham marcando mínimas sucessivas após terem atingido máximas históricas.

Metais em baixa relevante mundo afora pressionam ações da Vale e de siderurgia.
Nos Estados Unidos, a revisão do PIB de 4,0% para 4,2%, previsão de 3,8%, leva os investidores a atuarem na venda, com receio de aumento de juros antecipado pelo FED.

Ainda na terra do Tio Sam os pedidos de auxílio desemprego caíram para 298 mil, previsão 300 mil.

No Brasil, ações do setor financeiro e a Petrobras continuam a sua trajetória ascendente reflexo do rali eleitoral.

O gráfico diário do IBOV cada vez mais esticado sugere correção para o curto prazo.



Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Expectativa por Ibope e rebaixamento da Cemig agitam o pregão

Europa e Estados Unidos operando em alta.

Indicadores ruins são combustíveis para os investidores, que compram na expectativa que os bancos centrais continuem com o afrouxamento monetário e medidas de estímulos.

Quando os indicadores saem bons, os investidores também compram, pois entendem que existe uma recuperação econômica em curso.

Somente tensões geopolíticas tem derrubado as bolsas por lá.

Nos EUA, a confiança do consumidor subiu para 92,4 em agosto, previsão 88,5, enquanto o índice de atividade regional do FED Richmond subiu a 12 em agosto, de 7 em julho.

rebaixamento da Cemig pode ser interpretado como um sinal de alerta para os comprados, em um mercado esticado e subindo sem fundamentos no âmbito doméstico.

Expectativa pela pesquisa Ibope (corrida presidencial) gera volatilidade no negócios.
Espera-se para hoje os números, que devem mostrar polarização entre Marina Silva e Dilma Roussef.

Abaixo uma análise do míni-índice futuro, que mostra o mercado esticado e longe das médias, cenário típico da formação de um topo.



Wagner Caetano
Cartezyan

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Bolsas européias fecham em alta com possíveis estímulos do BCE

Mercados no velho continente fecharam em forte alta nesse início de semana.

Bolsa de Frankfurt, referência na Europa, valorizou 1,73% nessa segunda-feira.

Nos EUA o botão de compra travou desde a semana passada, com investidores ignorando possível aumento de juros para o início de 2014 e precificando bons indicadores recentes e balanços corporativos.

No Brasil mesmo com os Swaps do Banco Central, o dólar vem subindo devagar e sempre nos últimos dias.

Por aqui expectativa por novas pesquisas eleitorais que devem mostrar Marina Silva isolada em segundo lugar e vencedora fora da margem de erro contra a presidenta Dilma Roussef no 2° turno movimentam os negócios.

Abaixo segue um gráfico do míni-contrato de dólar que a mostra a moeda inclinada para cima no curtíssimo prazo.


Wagner Caetano
Cartezyan

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Estangeiros retomam posições


Na esteira da puxada do índice a vista, o capital estrangeiro voltou a formar posições em IND e WIN na BM&F.

O total de comprados - na faixa dos 220.000 - praticamente igualou a máxima dos últimos meses. Com o total de vendidos também em alta, em crescimento há 6 dias (não por acaso o mesmo número de candles verdes no IBOV a vista), o saldo atingiu 96.000, a caminho da máxima recente de 110.000.


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Visivelmente há atuação nas duas pontas, reflexo da maior importância que a bolsa e a economia têm tido, à espera das eleições, que serão a verdadeira definição do futuro próximo do país.




quinta-feira, 21 de agosto de 2014

FED sinaliza aumento de juros antecipado, como os mercados irão reagir?

Após reduzir mensalmente em US$ 10 bilhões a compra mensal de bônus, o FED sinalizou ontem que pode iniciar o aumento de juros nos EUA antes do esperado, talvez mesmo no primeiro trimestre de 2015.

Isso significa que a renda fixa norte-americana ficará mais atrativa e que haverá menos dinheiro em circulação diminuindo a liquidez global.

Qual será o impacto nos mercados, especialmente para os países emergentes?
Essa é a grande questão.

Uma disparada do dólar, alta firme da moeda, seria um sinal concreto de migração de recursos.

Porém o dólar inicia uma trajetória de alta e volta a cair, tanto pelo fluxo internacional, vide fluxo cambial de ontem, quanto pela atuação do Banco Central, que vende a moeda para controlar a inflação.

As vendas de moradias usadas nos Estados Unidos subiram 2,4% em julho, previsão -0,8%; índices de indicadores antecedentes subiram 0,9% em julho, previsão +0,6% e o índice de atividade regional medido pelo FED da Filadélfia saltou a 28 em agosto, previsão 18.

Na Zona do Euro o índice de confiança do consumidor caiu a -10 em agosto, previsão -9.

Na China, o PMI medido pelo HSBC interrompeu quatro meses seguidos de aceleração e caiu à mínima em três meses, a 50,3 em agosto.

O subíndice de produção industrial seguir a mesma trajetória cedendo a 51,3 neste mês, de 52,8 em julho.

No Brasil, atenções voltadas para as eleições.

O gráfico do míni-índice contrato WINV14 mostra os negócios sobre uma forte resistência que derrubou o mercado em outubro do ano passado.

A tendência de curtíssimo prazo é de alta, porém se mostrar fraqueza na região vale cautela, pois poderá sinalizar topo e ceder no curto prazo.


Bons negócios!


Wagner Caetano
Cartezyan

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Cautela à espera do FED e anúncio oficial de Marina Silva

Bolsas européias e futuros norte-americanos operando com viés de baixa antes do FED.

Os investidores estarão à espera de sinais sobre a elevação de juros nos Estados Unidos.

Mudanças de regras no recolhimento de compulsórios certamente irão impactar ações de bancos, grande destaque de alta ao lado dos papéis da Petrobras nos últimos pregões.

Na agenda do dia estoques de petróleo nos EUA às 11h30 e a citada Ata do Fomc às 15h.

No Brasil teremos o aguardado fluxo cambial às 12h30 e o anúncio oficial da candidatura do PSB para a presidência da República.

O partido deverá ter Marina Silva como cabeça de chapa com Beto Albuquerque como vice.

dólar deverá seguir em valorização, com impactos no momento dos números do fluxo cambial e especialmente quanto a Ata do Fomc.

IBOV em ponto chave: se houver sustentação acima de 58.150 teremos um forte sinal de compra, pelo contrário se perder e fechar abaixo desse ponto poderemos estar diante de um topo duplo, padrão de reversão confiável.

Como o pregão será agitado com divulgações importantes, o dia será decisivo para o rumo do mercado doméstico no curto prazo.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O dia pós-Marina e vencimento de opções

No pregão de hoje teremos uma leitura mais racional da pesquisa eleitoral que mostra a candidata Marina Silva empatada tecnicamente com Aécio Neves para a corrida presidencial.

O que podemos afirmar é que haverá segundo turno.

A disputa será entre quais candidatos.

Marina parece ter mais chances de vencer Dilma no segundo turno, portanto movimentações a favor da candidata serão bem-vindas no mercado doméstico.

Ontem tivemos um movimentado vencimento de opções sobre ações.

Normalmente os negócios costumam ser direcionais e definidos após o vencimento, portanto a congestão que vivemos desde o início de agosto deverá ser rompida nos próximos pregões.

No exterior crises na Ucrânia e Faixa de Gaza continuam no radar, assim como o mercado imobiliário chinês, que mostra sinais de fraqueza.

Nos EUA, dados de inflação (CPI) vieram em linha com o esperado, as permissões para novas obras avançaram 8,1% em julho, previsão de +3,3% e as construções de moradias iniciadas subiram 15,7% em julho ante junho, previsão +7,6%; dessa forma, o dólar reage com valorização ante outras moedas.

IBOV terá um pregão decisivo, sinalizando o rumo dos negócios no curto prazo nessa terça-feira.

Apenas na perda de 56.750 os vendedores mostram força.

Acima disso a tendência permanece altista.



Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Brasil vai operar na esteira do exterior ou descolar?


Sexta-feira começa com alta generalizada.

Os últimos balanços corporativos têm sido bem precificados no Brasil, com destaque para o Banco do Brasil no pregão de ontem, o que gerou compras em quase todos os ativos do setor financeiro.

Coma a corrida eleitoral virou um jogo de xadrez, fatores como calote argentino, conflitos na Faixa de Gaza, Iraque e Ucrânia deverão seguir em segundo plano para os negócios domésticos.

Apenas indicadores vindos da China ainda são capazes de provocar impacto certeiro e imediato especialmente nos setores de siderurgia e mineração.

Diminuição das tensões geopolíticas citadas logo acima e expectativa por nova rodada de estímulos econômicos elevam as cotações mundo afora.

Nos Estados Unidos o PPI subiu 0,1% em julho ante junho, previsão +0,2%, enquanto o índice Empire State de atividade em NY caiu a 14,69 em agosto, previsão de 20.

Na agenda do dia ainda teremos nos EUA a produção industrial e capacidade utilizada às 10h15 e posteriormente o Michigan Sentiment às 10h45.

Abaixo traçamos um estudo do míni-índice futuro contrato WINV14.

Ele mostra um movimento de congestão no curto prazo, quando o mercado trabalha de forma lateral, desde o início de agosto.

Apenas o rompimento de 58.125 ou a perda de 56.070 indicarão o rumo do índice no curto prazo.

Nas cotações atuais estamos mais ou menos no meio do caminho entre a alta e a baixa.

cenário político eleitoral e o fluxo do dólar serão variáveis importantes a serem observadas nesse cenário.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan



quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Destaques do dia

Seguem destaques de alta e de baixa do dia:



Wagner Caetano
Cartezyan

Na rolagem, estrangeiros diminuem posição em IND na BM&F

O capital externo diminuiu fortemente sua exposição ontem, durante a rolagem dos contratos futuros de índice.


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Nos últimos dias a retirada já foi observada nos papéis (mercado Bovespa), e ontem, na virada, ficou claro nos futuros.

As posições compradas diminuíram mais de 20% enquanto as posições vendidas recuaram 12%. O saldo aumentou um pouco, para 80.963 - sendo 80329 em contratos cheios e o restante em mini - mas o movimento é claramente de saída de posição, implicando em retirada de capital e proteção da margem.

É bom ressaltar que parte dessa posição deve ser hedge com posições em PETR, que ontem bateu recordes históricos, com quase R$ 3 bi em SP e US$ 62 mi em NY.

PETR4 clique para ampliar


PETR3





Pra onde vai a bolsa após o vencimento do índice futuro?

Ontem tivemos um pregão volátil e com volume acima da média.

vencimento do índice futuro juntamente com o falecimento do candidato a presidência Eduardo Campos trouxeram volatilidade extra ao pregão.

Dessa forma, o cenário político será ainda mais determinante para o rumo da bolsa no curto prazo, com o início do contrato futuro com vencimento em outubro V14.

Investidores estrangeiros iniciaram essa quinta-feira comprados em 80.329 contratos de índice futuro.

A movimentação dessa posição nos  próximos dias será determinante e decisiva para o rumo do mercado doméstico no curto prazo, uma vez que estamos diante de um cenário especulativo com fundamentos em segundo plano, movido por capital externo, devido a grande participação dos gringos nas negociações.

Na Europa, as bolsas são impulsionadas pelo tom ameno do presidente russo Vladimir Putin sobre a crise na Ucrânia.

Nos EUA, o índice de preços das importações caiu 0,2% em junho ante julho, previsão -0,3%.

Já os pedidos de auxílio desemprego subiram para 311 mil, previsão de 295 mil.

Os futuros americanos trabalham próximos da estabilidade com leve viés de alta.

Últimos balanços corporativos do segundo trimestre serão divulgados hoje, com destaque para os números da Gol.

gráfico do IBOV mostra um mercado vendido no curtíssimo prazo e um fortíssimo suporte na região 55.250.

Se esse suporte for perdido o mercado vai reverter e entrar em tendência de baixa tecnicamente no curto prazo.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

Vencimento do índice futuro e fluxo cambial agitam a sessão

No pregão que teremos vencimento do índice futuro, contrato Q14, os investidores estrangeiros iniciam o pregão comprados em 77.099 contratos.

O saldo ao final do dia de hoje será uma pista sobre o rumo do mercado no curtíssimo prazo.

Entre hoje e amanhã é possível que pesquisas eleitorais sejam divulgadas, que o deixará o mercado ainda mais volátil.

Na agenda do dia teremos nos EUA as vendas na varejo às 9h30 e estoques de petróleo às 11h30, sendo que no Brasil os investidores aguardam com expectativa o fluxo cambial que conheceremos às 12h30.

Nesse momento as bolsas mundiais sobrem com possíveis estímulos à China, uma vez que indicadores de crédito, varejo e do setor imobiliário vieram bem abaixo do esperado.

Apostas em estímulos é algo subjetivo, porém indicadores tão fracos tem mais chances de serem precificados com venda quando o mercado fizer uma leitura mais racional.

Um exemplo é a venda de moradias, que caíram 17,9% em uma base anual e recuaram 28,2% ante junho.

A produção industrial na Zona do Euro caiu 0,3% em junho/maio, previsão de +0,3% .

Hoje temos vencimento do índice futuro no Brasil, um dia que costuma ser marcante e definir a trajetória para as próximas semanas.

O contrato Q14 será finalizado dando espaço ao contrato V14.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Metais Vs Bancos

O estudo abaixo mostra porque o IBOV está equilibrado, trabalhando de forma lateral nessa quarta-feira.

De um lado temos os setores de mineração e siderurgia em baixa, motivado pelos indicadores negativos da China.

Metais básicos trabalham com desvalorização no exterior.

Trabalham em baixa relevante ações como da Vale, CSN, Gerdau e Usiminas.
Por outro lado, os bancos avançam com alta firme, com especial destaque para o Banco do Brasil que sobre mais de 3%.

Fatores como balanços acima das expectativaspesquisas eleitorais prestes a serem divulgadas e o fato dos julgamentos dos planos econômicos não ocorrer agora por falta de quórum animam os compradores de ações do setor financeiro.

O estudos abaixo mostram o que foi descrito acima:




Bons Negócios,

Wagner Caetano
Cartezyan

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Índice alemão derruba bolsas européias

O pregão dessa terça-feira começa com o dólar em alta frente a outras moedas e bolsas em desvalorização.

Parte da queda é realização de lucros após o rali de ontem, além da pressão por causa do índice ZEW divulgado na Alemanha.

Tanto a expectativa econômica quanto as condições atuais medidas pelo índice sofreram forte recuo em julho.

Ontem foi divulgada uma pesquisa pela Band sobre a corrida presidencial, que mostrou estabilidade com leve avanço da presidenta Dilma, que seria reeleita em primeiro turno.

Rumores de possível rebaixamento do Brasil está no radar dos investidores.

Agenda do dia vazia no Brasil e no exterior.

Com o fim da temporada de balanços (poucas empresas ainda não divulgaram e não tem data definida) no Brasil e vencimento do índice futuro amanhã, certamente teremos um pregão volátil nessa sessão.

IBOV mostra força apenas acima de 56.750, abaixo desse ponto trata-se somente de repique o movimento de alta.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Bolsas mundiais repicam com alívio de tensões na Ucrânia e Faixa de Gaza

Relatório Focus reportado mais cedo aponta a 11º semana consecutiva que o PIB para 2014 é reduzido, dessa vez de 0,86% para 0,81%.

Hoje ainda teremos a balança comercial às 14h no Brasil.

Por aqui conheceremos os últimos balanços corporativos essa semana, sendo que para hoje estão previstos: Abril, Anima, Banco Pine, CCR, Dasa, Marcopolo, São Martinho, Tereos e Unicasa.

Estarão no radar dos investidores o balanço da Petrobras, que será precificado ao longo do pregão, desdobramentos no Iraque, Faixa de Gaza e Ucrânia e índices de inflação chineses, parcialmente responsáveis pelo otimismo dessa segunda-feira.

Observando o gráfico diário do míni-índice futuro, contrato WINQ14 que vencerá na próxima quarta-feira, notamos forte suporte na região de 55.330-55.350.

Se esse ponto for perdido o mercado vai entrar tecnicamente em tendência de queda, confirmando um pivot de baixa com potencial bem negativo.

Porém existe a possibilidade da formação de um fundo duplo.

Isso significa que o pregão de hoje será decisivo para o curto prazo do mercado.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Mercado reage com baixa no mercado de ações e alta do dólar ao Ibope

Mercado doméstico reage com realização de lucros à pesquisa Ibope.

dólar, que teve forte valorização ontem, continua a sua trajetória ascendente rumo a 2.328, objetivo de curtíssimo prazo.

Resumindo, nos números mostraram um quadro estável para a corrida eleitoral.

Como os investidores haviam precificado com compras a expectativa de nova queda da presidente Dilma, naturalmente uma realização de lucros é o fenômeno mais provável diante da situação.

Chama a atenção a forte diminuição da posição comprada dos investidores estrangeiros no pregão de ontem, de 80.619 para 75.935 contratos de índice futuro.

Iniciaram a semana comprados em 90.050.

Na agenda do dia teremos o Wholesale Inventories, relatório que informará as vendas e os estoques do setor atacadista norte-americano às 11h.

Balanços corporativos programados para hoje: Alpargatas, Gafisa e Petrobras, sendo o último o mais 
aguardado após o pregão.

O Ibovespa parece mesmo desenhar uma figura de baixa no gráfico diário, cuja confirmação se dará na perda de 55.250, com alvo imediato em 54.450 e potencial para atingir 49.890.



Wagner Caetano
Cartezyan