quarta-feira, 16 de julho de 2014

Dados chineses, Copom e pesquisas eleitorais no radar

Europa e Estados Unidos em alta.

Acordo do BES e balanços corporativos com avaliação positiva, como do BANK OF AMERICA MERRILL LYNCH impulsionam as ações.

PIB da China, que cresceu 7,5% no segundo trimestre desse ano, ajuda a manter os mercados em campo positivo.

A pesquisa Sensus, que o mercado esperava para ontem, sobre a corrida presidencial, foi adiada para sábado, 19 de julho.

Para hoje a expectativa é que seja divulgada a pesquisa Datafolha.

Na agenda do dia, teremos a produção industrial e capacidade utilizada às 10h15 nos EUA e às 15h o livro bege do FED.

No Brasil, o aguardado fluxo cambial às 12h30 e após o fechamento da bolsa a decisão do COPOM sobre a política monetária.

Ontem tivemos alta do dólar e investidores estrangeiros atuando na venda do índice futuro, com saldo vendido de 4.976 contratos ao final do dia.

Nosso mercado não está refletindo fundamentos tampouco operando na esteira das bolsas internacionais.

O que manda é fluxo externo, capital especulativo precificando uma possível troca de governo.

A leitura nesse caso é simples: enquanto o dólar não subir, mostrando saída de capital estrangeiro, a bolsa não vai cair, se o dólar romper de maneira firme a região de 2.244 e disparar, a bolsa realizará com convicção.

gráfico diário do Ibovespa mostra o benchmark tocando a linha superior do um canal de alta, sugerindo correção a partir de hoje, com objetivo o primeiro objetivo na região de 55.300.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

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