quinta-feira, 31 de julho de 2014

Calote argentino no radar dos investidores

Dólar em alta e bolsas em baixa mundo afora.

Metais operam em baixa.

Ontem os investidores estrangeiros atuaram na venda, diminuindo o saldo comprado de 96.714 para 91.153 contratos de índice futuro.

Agenda do dia: Sondagem Industrial PMI na China, às 22h oficial e 22h45 HSBC.

Balanços corporativos para hoje: Ambev, Bradesco, BFR, Dufry, Embraer, Fleury, Magazine Luiza, Paranapanema, PDG, Santander, Smiles, Sulamerica, Technos, Tim e Vale.

Na Europa crise no grupo Espírito Santo e sansões à Rússia, que ameaça aumentar os preços do gás, pesam sobre as cotações.

Ainda na Zona do Euro, a taxa de desemprego caiu para 11,5% em junho, menor nível desde 2012.

Balanços da Ambev, Santander, Bradesco e especialmente da Vale devem trazer maior volatilidade para os papéis.

Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio desemprego subiram para 302 mil, previsão 305 mil.

A expectativa para hoje é de uma sessão de baixa para o IBOV, com alvo entre hoje e amanhã em 55.900.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Estrangeiros aumentam posição aberta, 29/JUL

A somatória dos investimentos de capital estrangeiro em IND e WIN na BM&F só tem aumentado.

CAB de capital estrangeiro em IND - clique para ampliar

O Saldo COMPRADO vem se mantendo perto dos 100.000 contratos, tendo diminuído ontem de 99.000 para 97.000.

O que chama a atenção é que o total da participação estrangeira aumentou muito durante o mês, provavelmente apostando um pouco na recuperação do Índice, que cumpriu um "rallye" de 10% até 58.000, e apostando bastante na alta volatilidade da bolsa brasileira, principalmente com o momento de incerteza no campo político.

Total de CAB de capital estrangeiro em IND - clique para ampliar

Também é bom lembrar sempre que as alterações da taxa de câmbio impactam fortemente nos resultados dos investimentos estrangeiros aqui.


Dia de agenda cheia pode definir o rumo do mercado

O pregão dessa quarta-feira promete ser movimentado.

Ontem os investidores estrangeiros trabalharam na venda no mercado doméstico, reduzindo de 99.432 para 96.714 o saldo comprado no índice futuro.

As negociações deverão refletir projeções pessimistas do FMI sobre o Brasil, especulações por novas pesquisas eleitorais que podem ser divulgadas hoje para a corrida presidencial, balanços corporativos, o relatório ADP divulgado há pouco nos EUA, o PIB norte-americano e a reunião do FOMC.

setor privado nos Estados Unidos criou 218 mil postos de trabalho em julho, previsão de + 238 mil.

Os dados vieram abaixo do esperado e deverão influenciar na decisão de quando subir os juros por lá.

Quanto ao PIB, a economia cresceu 4% no segundo trimestre de 2014, muito acima dos 3% projetados por analistas.

Como resposta o dólar mostra força ante o real e deverá seguir assim ao longo do dia.

Mais tarde, às 11h30, serão divulgados os estoques de petróleo e às 15h a decisão do FOMC na terra do Tio Sam.

No Brasil, às 12h30 conheceremos os números do fluxo cambial, indicador amplamente aguardado em um mercado puramente especulativo, descolado de fundamentos e do exterior na maior parte dos dias.

Balanços corporativos programados para hoje: Arezzo, Duratex, Energias BR, Gerdau, Klabin SA, Santos Brasil, Telefônica Brasil, Totvs e Trans Paulista.

O gráfico do míni-dólar mostra a moeda prestes a testar a resistência 2.244 novamente.

Como não conseguiu se consolidar acima desse ponto, para passar confiança terá de romper 2.269,50 para mostrar força na compra.

A movimentação do dólar será decisiva para o rumo da bolsa, uma vez que o fluxo cambial é determinante em um mercado cuja participação dos estrangeiros está próxima de 50%.

A caminho mais lógico será um rumo inversamente proporcional entre Dólar x IBOV.



Bons Negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

terça-feira, 29 de julho de 2014

Compasso de espera pelo PIB norte-americano e FOMC

Bolsas européias e futuros norte-americanos majoritariamente em alta nessa manhã de terça-feira.

Metais operam em leve baixa.

Conflitos na Faixa de Gaza e crise na Ucrânia no radar dos investidores, com receio da entrada de outros países árabes no conflito e sansões à Rússia respectivamente.

Na agenda do dia, teremos nos Estados Unidos índice de preços de moradias às 10h e confiança do consumidor às 11h.

Balanços previstos para hoje: Romi, OdontoPrev e Souza Cruz.

O mercado trabalha à espera do PIB dos EUA e a decisão do FOMC sobre a política monetária do país, especialmente por sinais quanto ao futuro aumento de juros.

O gráfico do IBOV mostra um potencial processo de distribuição, quando o mercado trabalha dentro de uma faixa estreita de preços, com volume mais baixo, antes de um movimento de reversão.

Tecnicamente a confirmação viria com um fechamento abaixo do decisivo 56.750.



Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan



segunda-feira, 28 de julho de 2014

Destaques do IBOV

Dentre as dez maiores altas do IBOV destaque para as ações do Gol que sobem quase 5% no pregão de hoje.

Mineração e siderurgia também trabalham com valorização e evitam uma queda maior.


Quando aos papéis que pressionam nosso benchmark, papéis da Oi continuam sua trajetória baixista e os demais papéis são de diferentes setores, mostrando cansaço da compra no curtíssimo prazo.


Wagner Caetano
Cartezyan

Pra onde vai o IBOV depois do rali?

Hoje teremos uma agenda econômica modesta.

Relatório Focus divulgado mais cedo apontou novo corte na projeção do PIB para 2014 de 0,97% para 0,90%.

Balanços corporativos previstos para hoje: Autometal, MDiasBranco e Multiplan.

Nos EUA conheceremos o PMI de serviços às 10h45 e logo em seguida às 11h as vendas de casas existentes com contrato assinado mas ainda sem transação efetiva.

Ainda em terras tupiniquins a corretora XP confirmou oficialmente a compra da corretora Clear.

Fazendo uma análise gráfica no míni-contrato de índice futuro WINQ14, no período diário, notamos um padrão muito provável de distribuição, com diminuição do volume com faixas de preços pouco alteradas, ou seja, o volume diminuiu assim como a volatilidade.

A perda de 52.150 confirmaria essa leitura e uma possível reversão de tendência.




Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan



sexta-feira, 25 de julho de 2014

Europa e futuros americanos realizam lucro

Baixa generalizada na Europa e futuros norte-americanos.

Balanços corporativos programados para hoje: Hypermarcas e Tractebel.

Possível calote da Argentina estará no radar dos investidores, assim como agravamento da crise na Ucrânia e Faixa de Gaza.

Na Alemanha conhecemos há pouco dois dados importantes: o índice GFK de confiança do consumidor para agosto subiu para 9, previsão 8,9; já o índice IFO de sentimento das empresas caiu a 108 em julho, previsão 109,4.

PIB do Reino Unido cresceu + 0,8%, em linha com o esperado.

Nos Estados Unidos as encomendas de bens duráveis subiram 0,7% em junho, previsão de 0,5%, dessa forma o dólar mostra força ante o real e outras moedas.

Mudanças do Banco Central em relação ao crédito no Brasil serão precificadas ao longo do pregão, assim como o rebaixamento da Fibria e da Suzano pelo Credit Suisse.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan


quinta-feira, 24 de julho de 2014

Capital estrangeiro em IND, 23/JUL


O saldo das posições estrangeiras na BM&F, anteontem*, permaneceu estável em cerca de 92.000 contratos COMPRADOS.



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Isso parece indicar que o "consenso" das aplicações de capital externo vê mais possibilidades de recuperação da bolsa de ações que possibilidades de novas quedas.

Mas a opinião está bem longe de ser unânime. O fenômeno a destacar nesta terça-feira é que o número de comprados e vendidos subiu 3.000, respectivamente 194.000 para 197.000 e 101.000 para 104.000.


*a informação é divulgada pela bolsa sempre para o pregão anterior


Temos um pregão equilibrado

Abaixo as 10 maiores baixas e as 10 maiores altas da bolsa:




Wagner Caetano
Cartezyan

PMI Chinês e ata do Copom ditam ritmo do pregão


Ontem os investidores estrangeiros atuaram na venda novamente, diminuindo o saldo comprado de 93.827 para 93.569 contratos no índice futuro.

PMI da China e da Zona do Euro foram bem recebidos pelos mercados, com alta generalizada no velho continente, futuros norte-americanos e no Brasil, onde a ata do Copom será digerida pelos investidores ao longo do dia.

Balanço corporativo da Usiminas deverá trazer movimentação extra ao setor de siderurgia.

Na agenda do dia destaque para o número de casas novas com compromisso de venda nos EUA às 11h.

Por lá olho vivo nos pedidos de auxílio desemprego que foram divulgados há pouco, uma vez que caíram para 284 mil e a previsão era de 305 mil.

Esse indicador é atualmente um dos mais importantes para a definição do FED quanto ao aumento de juros.

IBOV fez a mínima ontem em um ponto importante, topo de maio de 2013, região de 57.100.

A perda dessa região seria uma luz de alerta, amarela, para os comprados.
Queda forte mesmo somente abaixo de 56.750.



Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Estrangeiros em IND diminuem novamente posição comprada 22/JUL


Pesquisa vai, pesquisa vem, e os estrangeiros não se comportam uniformemente no mercado futuro de índices na BM&F.

Tanto o total vendido, como o total comprado, em mãos de capital 
estrangeiro, tem variado fortemente para cima e para baixo nos últimos dias.

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Os fatores são, com certeza, as pesquisas de opinião para as eleições e a flutuação da cotação do dólar em reais, pois o resultado da atuação estrangeira depende desse câmbio.

De sexta para segunda o saldo COMPRADO diminuiu em 3.000 contratos, voltando ao nível de 95.000 contratos comprados na terça.


Ibope derruba índice futuro

Bolsas mundo afora em terreno positivo.

Crise no BES parece mais amena e dá fôlego para o velho continente.

Existe preocupação de contaminação em outras praças da zona do Euro, porém no momento a farra das compras prevalece.

Na agenda do dia destaque para o fluxo cambial às 12h30 no Brasil.

Vale citar que o FED detectou problemas em operações do DEUTSCHE BANK nos Estados Unidos, vamos ver os desdobramentos.

Por lá teremos apenas os estoques de petróleo e derivados às 11h30.

Ainda na terra do Tio Sam balanços corporativos de gigantes como AT&T, FACEBOOK E BOEING deverão trazer volatilidade.

No mercado doméstico, investidores precificam em segundo plano a arrecadação da receita federal divulgada há pouco e naturalmente a pesquisa Ibope em maior relevância, que indicou vitória da presidenta Dilma em primeiro turno e ainda larga margem frente à oposição em um eventual segundo turno.

Investidores atuam na venda, realizando lucro no índice futuro.

A perda de 57.150 indica reversão de tendência no míni-contrato WINQ14.

Se ocorrer teremos uma maré de vendas e stops acionados.



Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

terça-feira, 22 de julho de 2014

Uma reversão de tendência nunca ocorre por acaso

O exemplo mais recente foi o fundo marcado em março, após forte queda do IBOV.

motivo: o Brasil havia sido rebaixado.

Como assim?

Na bolsa, estávamos rebaixados havia tempo, portanto já estava tudo embutido nos preços.

Investidores começaram a precificar novas possibilidades, quais?

Pesquisas realizadas em sites, fóruns e casas de análise, indicavam que o único fator capaz de impulsionar nosso mercado seria uma mudança de governo.

As pesquisas começaram a ser divulgadas apontando queda da presidenta Dilma e crescimento da oposição, especialmente do candidato Aécio Neves.

Acima disso, a taxa de rejeição da presidenta aumentava a cada divulgação, além de aproximação entre os candidatos em um eventual segundo turno.

Fatores secundários, como investigação na Petrobras, mostrando uma gestão mais profissional e possível prejuízo aos bancos por causa de planos econômicos passados também estavam no radar, gerando volatilidade.

Quanto aos fatores externos, apenas indicadores chineses afetavam nosso mercado, gerando correções intermediárias.

Podemos também citar a precificação de balanços corporativos bons, que começaram a ser divulgados ontem.

Por fim, com o aumento sucessivo de juros, bancos nadaram de braçada  e investidores alocaram capital em busca da maior taxa de juros real do mundo.

pergunta que fica é: com o início da temporada de balanços precificados como bons (se vierem bons já estão precificados), fim do aumento de juros e possível redução em breve, um segundo turno já parcialmente embutido nos preços, definição do potencial impacto aos bancos pela Procuradoria Geral da União, haveria mais fatores para alimentar uma alta?

A resposta poderá ser sim, porque os nossos fundamentos cada vez mais deteriorados aumentam a reprovação do governo atual e solidificam as chances de uma vitória da oposição, porém isso vai depender do fluxo externo, uma vez que os investidores estrangeiros respondem por 50% dos negócios.

Em resumo, olho vivo no dólar e no fluxo cambial.

Se o dólar disparar o fluxo continuar a sair do Brasil, teremos uma reversão, uma temporada de baixa.

Quem sabe o Ibovespa marcou a sua máxima de 2014 hoje, ao bater a região de 57.980.

Wagner Caetano
Cartezyan

Balanços agitam o pregão


Temporada de balanços no radar e após o vencimento dos contratos de opções, um dos mais agitados dos últimos tempos, o IBOV terá o desafio de alcançar novos patamares, após a forte escalada recente.

IPCA-15 desacelerou em julho, mas superou o teto de meta em 12 meses.

O desafio agora é a interpretação dos dados econômicos no Brasil, pois parece que quanto pior melhor, uma vez que enfraquece o governo atual da presidenta Dilma.

Na agenda do dia destaque para o PPI e Core PPI às 9h30 e vendas de imóveis usados nos EUA às 11h.

Ucrânia e Faixa de Gaza continuam no noticiário, com o aumento da violência em ambos os conflitos.

O receio dos investidores é que o rating soberano de países emergentes possa ser alterado pelo fato da Rússia estar envolvida nas tensões na Ucrânia.

Ibovespa esticado, mas enquanto acima de 57.100 mostra força e domínio comprador.



Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

segunda-feira, 21 de julho de 2014

10 maiores baixas e 10 maiores altas do IBOV



Vencimento de opções e pesquisa Sensus agitam a segunda-feira

Os contratos de opções, que tiveram oscilações históricas semana passada, vencem nessa segunda-feira, prometendo volatilidade extra para as primeiras horas do pregão.

A pesquisa Sensus divulgada sábado mostrou empate técnico entre a presidenta Dilma e o candidato Aécio Neves num possível cenário de segundo turno para a corrida presidencial.

relatório Focus divulgado hoje mais cedo projeta um PIB ainda menor para o Brasil em 2014.

Na agenda do dia destaque para a nossa balança comercial às 14h.

Investidores estrangeiros trabalharam na venda sexta-feira passada, diminuindo o saldo comprado de 96.410 para 93.843 contratos de índice futuro.

Estarão no radar dos investidores: crise na Ucrânia e Faixa de Gaza, início da temporada de balanços no Brasil e pesquisas eleitoral Ibope encomendada pela rede Globo que deverá ser divulgada amanhã.

gráfico diário do Ibovespa mostra o mercado sobrecomprado, tendo atingido o objetivo menos provável e mais otimista da alta, a região de 57.100, topo de maio de 2013 que gerou um baixa de 13.000 pontos na ocasião.

Tecnicamente, apenas o rompimento desse ponto projeta novas altas, sendo que a perda de 56.750 vai iniciar uma onda de vendas e realização de lucros se ocorrer.

Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Mercado eufórico com pesquisa Datafolha

Ibovespa subindo forte após a divulgação da pesquisa Datafolha para a corrida presidencial na noite de ontem.

Apesar dos candidatos oscilarem dentro da margem de erro, o aumento da rejeição da presidenta Dilma e um empate técnico no segundo turno entre ela e o candidato Aécio Neves animou os investidores, que claramente desejam uma mudança de comando no planalto.

Fundamentos, projeções, problemas econômicos, nada parece importar, pelo menos no momento.

Dólar já devolveu boa parte dos ganhos de ontem.

No exterior, Europa com viés de baixa e EUA em alta, reflexo de tensões na Ucrânia e indicadores bem recebidos, respectivamente.

Ibovespa está numa região de forte resistência, topo de maio de 2013.

Um outro topo, esse de outubro de 2013, pode ser usado como referência para os investidores que trabalham comprados como stoploss (56.750).

Na perda desse, poderemos estar diante de uma correção, caso contrário a força permanecerá com os touros.




Wagner Caetano
Cartezyan

Estrangeiros ficam menos comprados em IND, 17/JUL


A posição estrangeira em IND "tirou o pé" mais um pouco: ao elevar o número de contratos vendidos para 98.000 e manter os comprados em 193.000, diminuiu o saldo COMPRADO para 95.000 contratos.


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Estrangeiros em IND, 16/JUL


Pela segundo dia, o total das posições estrangeiras em IND na BM&F diminuiu de 107.000 para cerca de 97.000 em saldo COMPRADO.

( clique para ampliar )

Copom mantém a taxa de juros inalterada

Baixa generalizada na Europa e futuros norte-americanos.

Crise na Ucrânia e sansões à Rússia trazem aversão ao risco.

BES rebaixado também pesa nas negociações.

Dólar em alta frente a maior parte das divisas.

No Brasil lembramos que uma consolidação acima de 2.244 vai stopar vendidos e impulsionar a moeda.

Pedidos de auxílio desemprego caíram para 302 mil nos EUA, previsão de 310 mil.

O mercado por lá certamente vai reagir, pois o mercado de trabalho será o principal balizador para o FED a respeito de quando os juros irão subir.

Também na terra do Tio Sam as permissões para novas obras recuaram 4,2% em junho, previsão de +3,5% e as construções de moradias iniciadas caíram 9,3% em junho ante maio, previsão de + 1,4%.

Pesquisa eleitoral Datafolha poderá ser divulgada a qualquer momento.

Na agenda do dia teremos nos EUA às 11h o Philadelphia Fed Index.

Investidores estrangeiros voltaram a operar na venda ontem, terminando o pregão com saldo vendido em 4.411 contratos de índice futuro, diminuindo a posição comprada para 98.520.

Percebemos no WINQ14, míni-contrato futuro, um padrão de queda denominado tempestade à vista, quando o mercado abre acima da máxima do dia anterior e a força vendedora derruba os preços durante todo o pregão, com fechamento abaixo da metade do corpo do candlestick anterior.

Isso significa que temos um sinal de venda, com objetivo primário em 55.050.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Fluxo Cambial

Fluxo cambial total está negativo em US$ 5,427 bilhões em julho.

Fluxo financeiro está negativo em US$ 4,114 bilhões em julho.

Fluxo comercial está negativo em US$ 1,312 bilhão em julho.

Fluxo cambial em 2014 está negativo em US$ 1,280 bilhão até 11 de julho.

O que chama a atenção é que o fluxo cambial recente, medido entre os dias 07 e 11 de julho, ou seja, semana passada, foi negativo em US$ 3,819, sendo o fluxo cambial financeiro negativo em US$ 2,402 bilhões e o fluxo cambial comercial negativo em US$ 1,417 bilhão.

Com essas informações temos diversos fundamentos que apontam para uma alta do dólar.

Quanto aos gráficos, o rompimento de 2.244 seria o setup para a alta, com amplo espaço para valorização.


Wagner Caetano
Cartezyan

Metais vs Bancos

Pregão agitado.

Bancos cedem com receios dos investidores quanto ao fim do aumento de juros pelo Copom.

Após recordes recentes investidores realizam lucro no setor.

Por outro lado, refletindo o PIB da China, siderurgia e mineração sobem forte.



Wagner Caetano
Cartezyan

Dados chineses, Copom e pesquisas eleitorais no radar

Europa e Estados Unidos em alta.

Acordo do BES e balanços corporativos com avaliação positiva, como do BANK OF AMERICA MERRILL LYNCH impulsionam as ações.

PIB da China, que cresceu 7,5% no segundo trimestre desse ano, ajuda a manter os mercados em campo positivo.

A pesquisa Sensus, que o mercado esperava para ontem, sobre a corrida presidencial, foi adiada para sábado, 19 de julho.

Para hoje a expectativa é que seja divulgada a pesquisa Datafolha.

Na agenda do dia, teremos a produção industrial e capacidade utilizada às 10h15 nos EUA e às 15h o livro bege do FED.

No Brasil, o aguardado fluxo cambial às 12h30 e após o fechamento da bolsa a decisão do COPOM sobre a política monetária.

Ontem tivemos alta do dólar e investidores estrangeiros atuando na venda do índice futuro, com saldo vendido de 4.976 contratos ao final do dia.

Nosso mercado não está refletindo fundamentos tampouco operando na esteira das bolsas internacionais.

O que manda é fluxo externo, capital especulativo precificando uma possível troca de governo.

A leitura nesse caso é simples: enquanto o dólar não subir, mostrando saída de capital estrangeiro, a bolsa não vai cair, se o dólar romper de maneira firme a região de 2.244 e disparar, a bolsa realizará com convicção.

gráfico diário do Ibovespa mostra o benchmark tocando a linha superior do um canal de alta, sugerindo correção a partir de hoje, com objetivo o primeiro objetivo na região de 55.300.


Bons negócios!

Wagner Caetano
Cartezyan