quinta-feira, 18 de abril de 2019

Cenário 18/04/2019

As bolsas asiáticas fecharam em baixa nesta quinta-feira, com investidores aproveitando para realizar lucros antes do feriado de Páscoa. O tom negativo também se seguiu a leves perdas ontem nos mercados acionários de Nova York.

Na China, o Xangai Composto caiu 0,40% hoje, a 3.250,20 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,59%, a 1.762,30 pontos, com ambos os índices encerrando os negócios perto das mínimas do dia. Ações dos setores financeiro, imobiliário e automotivo se destacaram negativamente.

Já o Nikkei teve baixa de 0,84% em Tóquio, a 22.090,12 pontos, influenciado principalmente por um tombo de 3,3% no segmento farmacêutico.

Em relação às negociações comerciais entre Estados Unidos e China, que aparentemente estão na fase final, há relatos de que autoridades chinesas estão acompanhando a agenda de viagens internacionais do presidente americano, Donald Trump, para identificar a oportunidade de realizar uma cúpula fora do território americano. Um dos possíveis locais de um encontro é o Japão, que Trump visitará no final de maio, quando espera-se que o diálogo comercial seja concluído.

A Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China anunciou nesta quinta-feira que aprovou 50 projetos de investimento em infraestrutura no primeiro trimestre, com um investimento total de 370,3 bilhões de yuans (cerca de US$ 55,2 bilhões).

Segundo o órgão, as aprovações incluem um gasoduto que liga a China e a Rússia e uma expansão do aeroporto da cidade de Xianyang, na província de Xianxim.

Os governos locais da China aceleraram a emissão de títulos no primeiro trimestre do ano para financiar investimentos em infraestrutura. Os governos locais emitiram um total de 1,18 trilhões de yuans de títulos no primeiro trimestre, um aumento acentuado de 219,5 bilhões de yuans emitidos no mesmo período do ano anterior, de acordo com dados do Ministério das Finanças.

O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da Alemanha, que mede a atividade nos setores industrial e de serviços, subiu de 51,4 em março para 52,1 em abril, segundo dados preliminares divulgados hoje pela IHS Markit. O avanço acima da barreira de 50 indica expansão em ritmo mais forte do que no mês passado.

Apenas o PMI da indústria alemã aumentou de 44,1 em março para 44,5 em abril, sugerindo contração mais moderada do setor. Analistas consultados pela Dow Jones Newswires, no entanto, previam avanço maior do indicador, a 44,8.

Já no setor de serviços da Alemanha, o PMI foi de 55,4 em março para 55,6 em abril, atingindo o maior nível em sete meses. Neste caso, a projeção era de queda a 55,1.

As vendas no varejo do Reino Unido subiram 1,1% em março ante fevereiro, segundo dados publicados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) do país. O resultado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda de 0,7% nas vendas.

Na comparação anual, o setor varejista britânico ampliou as vendas em 6,7% em março. Neste caso, a projeção era de acréscimo menor, de 4,2%.

A Usiminas reportou lucro líquido de R$ 76 milhões no do primeiro trimestre do ano, resultado 51,6% inferior ao lucro de R$ 157 milhões informado um ano antes. Nos últimos três meses de 2018, o lucro da companhia havia sido de R$ 401 milhões. No comparativo entre mesmos trimestres, a margem líquida recuou de 4,9% para 2,2%. No quarto trimestre, esse indicador atingiu 11,7%.

O lucro atribuível aos acionistas da Usiminas chegou a R$ 46,8 milhões no primeiro trimestre, 66,6% abaixo do reportado um ano antes e 87% inferior ao do quarto trimestre de 2018.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 474 milhões, apontando queda de 24% ante o visto um ano antes e retração de 29% na comparação trimestral. Na mesma base de comparação, a margem Ebitda ficou em 13,4%, ante 19,2% um ano antes e 10,7% no quarto trimestre de 2018.

Em entrevista à GloboNews nesta quarta-feira (ontem), 17, o ministro da Economia, Paulo Guedes, avaliou que as projeções do mercado para a economia com a reforma da Previdência em dez anos estão "erradas". Ele reiterou que acredita em um valor em torno de R$ 1 trilhão, ou pelo menos "substancialmente maior" do que os R$ 500 a R$ 600 bilhões estimados por economistas.

Guedes afirmou ainda que, embora o governo venha enfrentando problemas evidentes de articulação política, a coordenação "está melhorando". Quando confrontado sobre o adiamento da votação do parecer do relator da PEC da Previdência na Comissão e Justiça da Câmara (CCJ) da Câmara, o ministro disse que a situação já foi muito pior, lembrando de quando teve que postergar sua primeira ida à CCJ. "É interessante politicamente resolver reforma da Previdência no primeiro semestre."

Ele não quis comentar sobre quais pontos o governo poderá ceder - se limitou a comentar que o governo está preparado para ceder "em algumas coisas e não em outras" - e afirmou que, "aparentemente", a votação do parecer acontecerá na terça-feira, 23.


O gráfico diário do IBOV mostra uma movimentação truncada e complexa, porém com o fechamento preservando a região de 93.300 omo suporte.



Vejo uma possível fundo duplo, com eixo em 95.060 e potencial para jogar o mercado em 97.610, caso seja rompido.

Lembrando que os touros não terão vida fácil por falta de combustível (fluxo externo).

Além disso, primeiramente é preciso romper e operar acima da tríplice resistência formada pela média móvel de 5 períodos, LTA azul e fundo marcado dia 03/04 aos 94.125.

Bons negócios e uma ótima Páscoa!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Cenário 17/04/2019

As principais bolsas asiáticas fecharam em alta nesta quarta-feira, uma vez que uma série de indicadores melhores do que o esperado da China sinalizou que a política de estímulos de Pequim pode finalmente estar contendo a desaceleração da segunda maior economia do mundo. Já nos negócios da Oceania, a bolsa da Austrália foi puxada para baixo por mineradoras, que reagiram negativamente à decisão judicial que permitiu à brasileira Vale retomar operações em uma de suas maiores minas.

Dados publicados no fim da noite de ontem (já quarta-feira em Pequim) mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) chinês teve expansão anual de 6,4% no primeiro trimestre, maior do que o acréscimo de 6,3% previsto por analistas.

Além disso, a produção industrial da China deu um salto anual de 8,5% em março, bem acima da projeção de ganho de 6%. As vendas no varejo chinês, por sua vez, avançaram 8,7% na mesma comparação, também superando as expectativas do mercado, de alta de 8,4%.

Entre os mercados chineses, o índice Xangai Composto subiu 0,29% hoje, a 3.263,12 pontos, renovando máxima em 13 meses, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto avançou 0,72%, a 1.772,71 pontos. O setor automotivo foi destaque, com as ações de cerca de uma dezena de empresas atingindo o limite diário de valorização de 10% após a abertura do Salão do Automóvel de Xangai.

Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei se valorizou 0,25% em Tóquio, a 22.277,97 pontos, atingindo o maior nível em quatro meses, e o Taiex subiu 0,64% em Taiwan, a 10.997,26 pontos. Por outro lado, o Hang Seng terminou o pregão em baixa marginal de 0,02% em Hong Kong, a 30.124,68 pontos, e o sul-coreano Kospi teve leve queda de 0,12% em Seul, a 2.245,89 pontos, depois de acumular ganhos por 13 pregões consecutivos, sequência que igualou um recorde de 1987.

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 0,78% na segunda prévia de abril, após ter aumentado 1,06% na segunda prévia de março. A informação foi divulgada há pouco pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Com o resultado, o índice acumulou elevação de 2,96% no ano de 2019 e avanço de 8,50% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de abril. O IPA-M, que representa os preços no atacado, subiu 0,89%, ante um avanço de 1,41% na segunda prévia de março. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou alta de 0,66% na prévia de abril, depois de um avanço de 0,50% em igual leitura de março. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve aumento de 0,39% na segunda prévia de abril, depois da alta de 0,11% na segunda prévia de março.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de março a 10 de abril. No dado fechado do mês de março, o IGP-M teve alta de 1,26%.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, que a reforma da Previdência "vai existir" e que a questão agora é "só a potência fiscal dela". Guedes também disse que o presidente Jair Bolsonaro decidiu interferir no preço do diesel por estar atento às ruas e ao "barulho" que outra greve de caminhoneiros poderia gerar. Segundo o ministro, uma nova paralisação pode "frear todo o Brasil, fazer o PIB cair mais 3%, 4%".

Guedes avaliou que a reforma da Previdência é "incontornável" e disse confiar na "inteligência e astúcia" da classe política, quando perguntado se o texto pode ser aprovado até julho. Segundo ele, se a reforma for "fraquinha, um remendo, como as anteriores, o governo continuará prisioneiro do baixo crescimento". "Se ela for mais potente, sinaliza para o equilíbrio fiscal. Você abre a comporta e vão entrar ondas de investimento privado".

Até por isso, Guedes aposta no apoio à mudança nas aposentadorias. Segundo ele, há uma pauta de concessões, privatizações e descentralização de recursos para Estados e municípios. "É uma pauta muito atraente, inclusive para a oposição", disse o ministro, que usa o exemplo de um prefeito. Em sua visão, ele (prefeito) prefere que a reforma seja aprovada em seis meses para falar de recursos que vão chegar em seus municípios do que "ficar falando de Previdência um ano".

A compensação pelos investimentos já feitos nas áreas que serão licitadas no leilão de volume excedente da cessão onerosa pode chegar a US$ 20 bilhões, segundo a consultoria internacional Wood Mackenzie, que alerta para incertezas nesse acerto de contas. Só Búzios, principal ativo do leilão, já gerou fluxo de caixa negativo de US$ 18 bilhões para a Petrobras.

O gráfico diário do IBOV mostra o benchmark operando acima das tríplice resistência, formada pela média móvel de 5 períodos, fundo marcado no dia 03/04 aos 94.125 pontos e linha de tendência de alta traçada em azul.

Caso opere e feche acima desses pontos supra citados, mostrará força e terá espaço para escalar, uma vez que eles tornar-se-ão suportes no caso, pela inversão de polaridade da análise técnica.

Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

terça-feira, 16 de abril de 2019

Cenário 16/04/2019

As bolsas asiáticas fecharam em alta nesta terça-feira, à medida que os mercados da China se recuperaram com vigor de perdas recentes em meio a um artigo da publicação estatal Securities Times sugerindo que há espaço para mais valorização das ações do país.

Principal índice acionário chinês, o Xangai Composto subiu 2,39% hoje, a 3.253,60 pontos, depois de chegar a cair 0,8% na primeira metade do pregão. Os ganhos em Xangai, liderados por seguradoras, foram aparentemente impulsionados por uma busca de ações que baratearam desde a semana passada. O menos abrangente Shenzhen Composto registrou alta igualmente expressiva, de 2,09%, a 1.760,02 pontos.

No fim da noite desta terça (pelo horário de Brasília), Pequim divulga o Produto Interno Bruto (PIB) da China referente ao primeiro trimestre e dados de produção industrial e vendas no varejo de março. Os últimos números chineses de exportação e crédito, publicados na sexta-feira (12), surpreenderam positivamente e aliviaram preocupações com a tendência de desacelaração da segunda maior economia do mundo.

Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei avançou 0,24% em Tóquio, a 22.221,66 pontos, graças ao bom desempenho de operadoras de telefonia móvel, enquanto o Hang Seng subiu 1,07% em Hong Kong, a 30.129,87 pontos, o Taiex se valorizou 0,48% em Taiwan, a 10.927,85 pontos, e o sul-coreano Kospi teve alta de 0,26% em Seul, a 2.248,63 pontos, acumulando ganhos pelo 13º pregão seguido, recorde que não se repetia desde 1987.

Contribuíram para o sentimento positivo na região asiática sinais de que Estados Unidos e China caminham no sentido de fechar um acordo comercial e encerrar a batalha tarifária iniciada em meados do ano passado.

Ontem, o Secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, declarou que mais progresso foi feito nas recentes negociações comerciais com a China do que em qualquer outro momento do passado. No fim de semana, Mnuchin já havia dito que Washington e Pequim estavam "perto da rodada final" das conversas.

O índice de expectativas econômicas da Alemanha subiu de -3,6 em março para 3,1 em abril, segundo pesquisa divulgada hoje pelo instituto alemão ZEW. O resultado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam alta menor do indicador, a 1,5.

Por outro lado, o chamado índice para as condições atuais medido pelo ZEW diminuiu de 11,1 em março para 5,5 em abril. Neste caso, a projeção era de redução menor, a 10,3. 

O presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, revelou nesta terça-feira em discurso ao Parlamento Europeu que, na reunião na semana passada em que se decidiu pela extensão flexível do Brexit até 31 de outubro, um dos líderes dos 27 Estados-membros remanescentes no bloco advertiu os demais a "não ser sonhadores" e não achar que a saída britânica pode ser revertida.

O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), e o deputado José Guimarães (PT-CE) anunciaram que a votação da admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência acontecerá na semana que vem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Inicialmente, o governo havia previsto que o colegiado fizesse a votação ainda antes do feriado desta sexta-feira (19).

Um acordo foi fechado com a oposição para que as discussões sobre o tema comecem nesta terça-feira (16) e prossigam até a quarta (17) e, se necessário, até a próxima segunda (22). Há mais de 100 deputados inscritos para debaterem a proposta. De acordo com o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), a discussão deverá consumir cerca de 30 horas. Os membros da comissão poderão falar por 10 minutos e os que não integram o colegiado terão cinco minutos. Os líderes partidários combinaram entre si que a sessão desta terça-feira começará às 10h e acabará às 22h.

Vitor Hugo havia afirmado antes de o acordo ser fechado que a postergação da votação da proposta para a Previdência na CCJ não é uma derrota para o governo.

A PEC do Orçamento impositivo já foi aprovada pela Câmara, mas sofreu modificações no Senado e, por isso, precisa ser novamente analisada pelos deputados. O texto determina como de pagamento obrigatório emendas parlamentares de bancada. Essas emendas são decididas por deputados e senadores, que fazem indicações em conjunto de investimentos na região deles, em áreas como saúde, educação e saneamento. A proposta, na prática, engessa ainda mais o Orçamento.

A reunião de acionistas da Gafisa realizada nesta segunda-feira tratou de vários assuntos, um deles o aumento de capital. Ficou definido pelo conselho de administração que para a emissão de ações até o limite do capital autorizado atualmente, de 71.031.876, o preço unitário será de R$ 6,02. Como hoje a Gafisa possui capital de 43.357.589 ações, a operação somaria cerca de R$ 160 milhões.

A proposta de elevar o limite do capital para 120 milhões de ações será tema de nova assembleia geral extraordinária em 23 de abril.

Também o conselho aprovou ontem bônus de 15% sobre o valor da ação no aumento de capital para os acionistas, que terão 30 dias para exercer o direito de preferência, além de um bônus de 3% sobre o valor da subscrição em eventual rateio de sobras.


O gráfico diário do IBOV mostra uma formação de harami de fundo, porém a sombra inferior vista ontem reduz a força do sinal, mas não o invalida.



Vejo 93.305 como divisor de águas no curtíssimo prazo, mas o ponto-chave, o qual uma vez rompido atrairia a compra é 94.125, na minha leitura.

Digamos que a região supra citada é uma tríplice resistência, uma vez que concentra a média móvel de 5 períodos e a LTA traçada em azul.

Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br

sexta-feira, 12 de abril de 2019

Cenário 12/04/2019


As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira, com a maioria delas sem chance de reagir a dados sólidos de exportação da China que foram publicados mais tarde do que o normal.

Os mercados chineses, que ainda estavam abertos quando a balança comercial do país referente a março foi divulgada, reduziram perdas mas terminaram o pregão em baixa marginal. O índice Xangai caiu 0,04%, a 3.188,63 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,11%, a 1.738,52 pontos.

Na semana, as bolsas da China tiveram o pior desempenho do ano, com perdas de 1,8% em Xangai e de 2,3% em Shenzhen.

Quando faltava cerca de meia hora para o encerramento dos negócios na China, Pequim divulgou que as exportações do país deram um salto anual de 14,2% em março, superando a alta de 8,7% prevista por analistas e revertendo queda de 20,7% de fevereiro.

O dado positivo vem num momento de preocupação com a desaceleração da China, em particular, e da economia global como um todo.

Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei subiu 0,73% em Tóquio hoje, a 21.870,56 pontos, graças a fortes ganhos de blue chips, como a varejista Fast Retailing (+7,9%) e a empresa de telecomunicações SoftBAnk (+4,9%); o Hang Seng avançou 0,24% em Hong Kong, a 29.909,76 pontos; e o sul-coreano Kospi teve ganho de 0,41% em Seul, a 2.233,45 pontos; mas o Taiex registrou ligeira baixa de 0,03% em Taiwan, a 10.805,30 pontos.

As importações de petróleo e de minério de ferro da China avançaram na comparação anual de março, mas as de cobre caíram no período, segundo dados preliminares divulgados hoje pela Administração Geral de Alfândega do país.

No mês passado, as compras chinesas de petróleo bruto avançaram 0,4% no confronto anual, a 39,34 milhões de toneladas, enquanto as de minério de ferro ampliaram 0,7%, a 86,42 milhões de toneladas. As de cobre, por outro lado, sofreram queda de 11,0%, a 391 mil toneladas.

No primeiro trimestre, a China importou 121,17 milhões de toneladas de petróleo, um avanço de 8,2% em relação a igual período de 2018. As importações de minério de ferro tiveram redução de 3,5%, a 260,79 milhões de toneladas, enquanto as de cobre recuaram 4,3%, a 1,18 milhão de toneladas. 

O JPMorgan Chase informou hoje que teve lucro líquido de US$ 9,179 bilhões no primeiro trimestre de 2019, resultado 5,4% maior do que o ganho do mesmo período do ano passado, de US$ 8,712 bilhões. O lucro por ação entre janeiro e março foi de US$ 2,65, comparado a US$ 2,37 um ano antes e superando a previsão de analistas consultados pela FactSet, que projetavam ganho de US$ 2,35 por ação.

Já a receita do maior banco dos Estados Unidos ficou em US$ 29,851 bilhões no último trimestre, alta de 4,7% em relação ao mesmo intervalo de 2018.

O lucro líquido do Wells Fargo cresceu a US$ 5,86 bilhões, ou US$ 1,20 por ação no primeiro trimestre deste ano, acima da previsão de US$ 1,12 por ação dos analistas consultados pela FactSet. Em igual período de 2018, o lucro líquido havia sido de US$ 5,1 bilhões, ou US$ 0,96 por ação.

A receita do banco americano, no entanto, recuou de US$ 21,9 bilhões no primeiro trimestre do ano passado a US$ 21,6 bilhões agora.

Após o balanço, a ação do banco acelerou a alta e tinha ganho de 2,51% no pré-mercado em Nova York, às 9h04 (de Brasília). 

Depois da sinalização ontem de que a reforma da Previdência poderia ser a segunda votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na próxima quarta-feira (17), após apreciação da reforma tributária, o secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, declarou nesta manhã que o presidente da CCJ, deputado Felipe Franceschini, afirmou que manterá a Previdência como prioridade na sessão.

"Franceschini publicará hoje a pauta da comissão e me disse pessoalmente que será votada primeiro a PEC da Previdência", disse Marinho em entrevista à Radio Bandeirantes. "Ouvi dele ontem que a pauta da comissão dará prioridade à Previdência. O cronograma estabelecido na CCJ está mantido", reforçou.

Marinho reconhece que, pela importância da proposta, o texto deverá seguir sob escrutínio dos parlamentares. "O parlamento certamente está debruçado sobre o tema e dá a importância que ele requer. A sociedade brasileira tem pressa e entendemos que deverá haver celeridade sem haver prejuízo na qualidade do debate", comentou.

"Em todas as bancadas que visitei, 11 na Câmara e duas no Senado, encontrei um espírito extremamente propositivo em relação à reforma, num ambiente melhor do que era durante a tramitação da proposta do governo Temer", disse. "Até mesmo a oposição, quando discute conosco a proposta, admite e reconhece a necessidade de se reestruturar o sistema previdenciário", apontou o secretário. 


O IBOV certamente abrirá em baixa, refletindo a queda de índice futuro, que cede 1,62% enquanto escrevo.

Talvez o mercado tenha exagerado na baixa, não somente de hoje, como da semana em si.


Desenhei um possível ombro-cabeça-ombro-invertido no gráfico diário, sendo o segundo ombro pontilhado na imagem.

Na minha visão, seria algo factível.

O mercado deverá buscar algum ponto abaixo de 94.125 logo após a abertura.

Se realmente o fizer e posteriormente voltar a trabalhar acima desse ponto, deixando sombra inferior, reforça a leitura do possível OCOI (ombro-cabeça-ombro-invertido).

Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Cenário 11/04/2019

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira, à medida que a postura cautelosa do Federal Reserve e do Banco Central Europeu (BCE) reforçou a preocupação de investidores com a desaceleração da economia global e com medidas protecionistas.

Ata publicada ontem pelo Fed, como é conhecido o BC americano, mostrou que a instituição continuará sendo paciente em relação a novas mudanças em seus juros básicos. Após elevar juros em quatro ocasiões em 2018, o Fed vem mantendo as taxas inalteradas desde então e indicando que não haverá ajustes até o fim do ano.

Já o presidente do BCE, Mario Draghi, manteve tom "dovish" (favorável à manutenção de estímulos) ontem e previu que a desaceleração da zona do euro vai continuar este ano.

Também pesa no sentimento a recente escalada das tensões comerciais depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor novas tarifas a produtos da União Europeia, mesmo num momento em que Washington ainda tenta fechar um acordo comercial com a China.

Entre os mercados chineses, o índice Xangai Composto caiu 1,6% hoje, a 3.189,96 pontos, enquanto o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 2,19%, a 1.740,37 pontos.

Dados oficiais do fim da noite de ontem mostraram que a taxa anual de inflação ao consumidor da China acelerou de 1,5% em fevereiro para 2,3% em março, atingindo o maior nível em cinco meses, graças a uma alta nos preços de alimentos. A inflação anual ao produtor chinês também ganhou força, passando de 0,1% para 0,4% no mesmo período.

O Brasil é mencionado em duas reportagens do jornal impresso britânico Financial Times de hoje e também é o principal tema de um longo texto divulgado há pouco na versão online da publicação. De acordo com o periódico, as bolsas de mercados emergentes têm lutado para se colocarem no mapa dos investidores, incluindo o Brasil, e o otimismo empresarial no País mostra recuperação na administração de Jair Bolsonaro. O presidente é citado em um quarto artigo divulgado no site e que aborda a criação de um clube populista global, do qual faria parte. Da mesma forma, a questão da crise de imigração no mundo é tratada como um ponto negativo sob o viés do Brasil.

No texto publicado nesta manhã, o FT traz que os lucros corporativos e o mercado de ações do Brasil subiram, dando às empresas a esperança de que o País esteja se recuperando sob o comando de Bolsonaro. "Alguns veem a maior economia da América Latina preparada para uma recuperação após sua pior recessão", pontuou o site.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Felipe Francischini (PSL-PR), reconheceu ontem que foi procurado por lideranças do Centrão para tentar antecipar no colegiado a votação da proposta que torna quase todo o Orçamento impositivo, ou seja, de execução obrigatória pelo Poder Executivo. O texto voltou à Câmara após sofrer mudanças no Senado e precisa ter a admissibilidade novamente atestada pela comissão.

Francischini, no entanto, avisou que não é afeito à pressão e que a prioridade no colegiado é a reforma da Previdência. Ele defendeu o calendário já firmado para a proposta de mudanças nas regras de aposentadoria, com votação na semana que vem. "Eu prefiro que votação do Orçamento impositivo seja feita após a reforma da Previdência", afirmou.

O parlamentar disse que até pode indicar o relator da proposta de emenda constitucional (PEC) do Orçamento ainda esta semana, mas demonstrou resistências em colocar esse debate à frente da Previdência. Ele disse que procuraria as lideranças do Centrão para chegar a um consenso e tentar convencê-los de que pode dar andamento à proposta do Orçamento logo após a da reforma da Previdência.

O gráfico diário do IBOV mostra a linha de retorno, reforçada em azul na imagem, "estancando" novamente os preços, marcando fundo na sessão de ontem.



As médias estão coladas nos preços, o que poderá gerar um movimento mais agudo seja para cima ou para baixo.

Como o movimento prévio foi de alta no curtíssimo prazo, a compra tem leve vantagem, na minha leitura.

Acima de 96.750 os touros ganham força, porém o ponto-chave seria mesmo 97.610, abrindo caminho para o topo histórico.

Caso tenhamos uma violação e consolidação abaixo de 95.490, seria uma ducha de água fria e o mercado perderia força de maneira importante, às vésperas de vencimento de opções e índice futuro.

A palavra de ordem é: um olho no peixe e o outro no gato.

Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
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quarta-feira, 10 de abril de 2019

Cenário 10/04/2019

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira, após o Fundo Monetário Internacional (FMI) cortar mais uma vez sua previsão para o crescimento da economia mundial este ano e em meio a uma nova disputa tarifária entre Estados Unidos e União Europeia.

Na China, o índice Xangai Composto teve alta marginal de 0,07% hoje, a 3.241,93 pontos, graças ao bom desempenho de ações ligadas a consumo, mas o menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,21%, a 1.779,28 pontos.

Ontem, o FMI reduziu sua projeção de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) global para 2019, de 3,5% para 3,3%. Segundo o Fundo, a desaceleração mundial tem sido mais intensa do que se previa e pode exigir que os governos dos principais países adotem medidas de estímulo coordenadas.

Investidores também acompanham um novo embate comercial entre EUA e UE. Ontem, o presidente americano, Donald Trump, confirmou planos de tarifar US$ 11 bilhões em importações da UE, em retaliação a subsídios concedidos à fabricante de aviões Airbus, que tem sede na França.

O gesto de Trump vem num momento em que os EUA se esforçam para fechar um acordo comercial com a China, na tentativa de encerrar um conflito comercial iniciado em meados do ano passado.

Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei caiu 0,53% em Tóquio hoje, a 21.687,57 pontos, e o Hang Seng teve leve baixa de 0,13% em Hong Kong, a 30.119,56 pontos, mas o sul-coreano Kospi subiu 0,49% em Seul, a 2.224,39 pontos, garantindo o nono pregão seguido de ganhos, e o Taiex avançou 0,15% em Taiwan, se valorizando pela sétima sessão consecutiva e renovando máxima em seis meses.

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse, em entrevista à Bloomberg TV, acreditar que a reforma da Previdência poderá ser aprovada pelo Congresso até "o fim de julho ou começo de agosto".

Sobre as alterações que parlamentares podem promover na proposta de mudanças nas regras de aposentadoria, Mourão avaliou que um texto que permita economia fiscal de R$ 850 bilhões ("US$ 200 bilhões") em 10 anos ainda seria "bom para o País", mas o "ideal" seria o R$ 1,1 trilhão ("US$ 260 bilhões") originalmente previsto pela equipe econômica. Mourão concedeu a entrevista, falando em inglês, ao canal de TV americano especializado em negócios durante visita a Washington, na terça-feira, 9.

Questionado sobre as dificuldades do governo em montar sua base de apoio no Congresso, Mourão observou que o presidente Jair Bolsonaro tem se reunido com líderes partidários nos últimos dias e afirmou que os encontros têm surtido o efeito pretendido. "Todos, quando saem das reuniões, dizem 'OK, não apoiamos o governo, mas vamos apoiar a reforma da Previdência'", disse o vice-presidente.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,47% na primeira quadrissemana de abril, desacelerando em relação ao ganho de 0,51% observado no fechamento de março, segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Na primeira leitura deste mês, quatro dos sete componentes do IPC-Fipe subiram com menos força. Foi o caso de Alimentação (de 1,75% em março para 1,43% na primeira quadrissemana de abril), Transportes (de 0,69% para 0,63%), Vestuário (de 0,05% para 0,00%) e Educação (de 0,09% para 0,08%).

Por outro lado, avançaram de forma mais acentuada ou reduziram deflação os segmentos Habitação (de 0,20% para 0,26%), Saúde (de 0,48% para 0,64%) e Despesas Pessoais (de -0,84% para -0,67%).

Em declaração antes da cúpula do Conselho Europeu que ocorre hoje para definir o futuro do divórcio entre o Reino Unido e a União Europeia (UE), o Parlamento Europeu afirma que "a incerteza em torno do Brexit, que afeta os nossos cidadãos e as nossas empresas, precisa terminar", mas a primeira-ministra Theresa Mya não pode "vir de mãos vazias" ao encontro desta quarta-feira.

No contexto, o Conselho Europeu "seria aconselhado a fornecer ao Reino Unido uma prorrogação [da data de saída] que deveria ser adequadamente enquadrada para respeitar o princípio da cooperação leal" e, "em circunstância alguma", permitir a renegociação de termos do Acordo de Saída ou as conversas sobre as futuras relações iniciadas.

O Parlamento Europeu também reforça a importância das negociações do governo com outros partidos e "apoiaria uma melhoria da declaração política, que poderia incluir a participação na união aduaneira ou no mercado único, no pleno respeito dos princípios da UE". O documento ainda reitera que "compartilhamos a consideração de que uma saída sem acordo seria prejudicial para os cidadãos e a economia e deve ser evitada".

O gráfico diário do IBOV mostra uma movimentação interessante: marcou sombra inferior após tocar uma linha de retorno importante no curto prazo.



Fechou acima das médias e deverá rasgar 96.750 desde a abertura.

Caso consiga consolidar-se acima desse nível, mostrará força e a compra voltará aos holofotes, na minha leitura.

Bons negócios!

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Cenário 08/04/2019

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda-feira, repercutindo dados melhores do que o esperado do mercado de trabalho americano e sinais de novos estímulos na China, mas também mostrando cautela antes de uma temporada de balanços dos EUA que promete ser difícil.

Já no fim de semana, a China prometeu intensificar sua política de reduzir compulsórios bancários direcionados de forma a estimular financiamentos para pequenas e médias empresas, que têm papel-chave para o crescimento da segunda maior economia do mundo.

Após um feriado na última sexta, o principal índice acionário chinês, o Xangai Composto chegou a renovar máximas em 13 meses hoje, mas acabou encerrando o dia em baixa marginal de 0,05%, a 3.244,81 pontos, à medida que ações financeiras mostraram fraqueza. Com isso, o Xangai interrompeu uma sequência de cinco pregões de valorização. O menos abrangente Shenzhen Composto recuou 0,55%, a 1.770,20 pontos.

Antes do feriado, os mercados chineses acumularam ganhos em meio à avaliação de que Estados Unidos e China caminham no sentido de fechar um acordo comercial, depois de encerrarem uma nova rodada de discussões comerciais em Washington, no fim da semana passada. Em comunicados oficiais, tanto os americanos quanto os chineses falaram em "progressos" nas últimas negociações.

No entanto, há uma ameaça mais adiante à medida que grandes bancos dos EUA se preparam para iniciar o que analistas esperam ser o primeiro trimestre de queda nos lucros corporativos desde 2016. JPMorgan Chase e Wells Fargo divulgam seus resultados na próxima sexta (12).

Antes disso, na quarta-feira (10), o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) publica a ata de sua última reunião de política monetária. Após elevar juros em quatro ocasiões no ano passado, o Fed vem mantendo as taxas inalteradas desde então e já sinalizou que não pretende ajustá-las até pelo menos o fim de 2019.

A Alemanha teve superávit comercial de 18,7 bilhões de euros (US$ 20,9 bilhões) em fevereiro, ligeiramente maior do que o saldo positivo de 18,5 bilhões de euros registrado em janeiro, segundo dados com ajustes sazonais publicados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. O resultado superou a expectativa de analistas consultados pelo Wall Street Journal, que previam superávit de 17,3 bilhões de euros em fevereiro.

Também no cálculo ajustado, as exportações alemãs caíram 1,3% em fevereiro ante janeiro, enquanto as importações tiveram queda de 1,6%, informou a Destatis.

O secretário de Relações Exteriores do Reino Unido, Jeremy Hunt, afirmou nesta segunda-feira que a primeira-ministra Theresa May "não está deixando pedra sobre pedra para tentar resolver o Brexit" dois dias antes de uma reunião de cúpula extraordinária do Conselho Europeu que deve discutir o assunto. Hunt disse que os outros 27 Estados-membros da União Europeia desejam que o Brexit seja resolvido "o mais rápido possível".

Como último recurso, May chegou a iniciar conversas com o líder da oposição trabalhista Jeremy Corbyn, mas não obteve grandes resultados até o momento. "Não é nada fácil para Theresa May iniciar conversas com alguém como Jeremy Corbyn,mas ela está fazendo isso porque está totalmente determinada a entregar o Brexit", disse Hunt antes de uma reunião de ministros de Relações Exteriores do bloco europeu.

Ex-secretário de Relações Exteriores britânico, Boris Johnson afirmou que o Reino Unido não deve concordar com uma união alfandegária permanente com a UE. Os comentários do conservador vêm em meio a especulações de que o governo de May está prestes a propor esse acordo para obter apoio da oposição trabalhista. De acordo com Johnson, a união alfandegária proposta por Corbyn "escravizaria" o Reino Unido.

A expectativa de alta para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 passou de 1,98% para 1,97%, conforme o Relatório de Mercado Focus. Há quatro semanas, a estimativa de crescimento era de 2,28%. Para 2020, o mercado financeiro alterou a previsão de alta do PIB de 2,75% para 2,70%. Quatro semanas atrás, estava em 2,80%.

A projeção do BC para o crescimento do PIB em 2019 é de 2,0%. Esse porcentual foi atualizado no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de março.

No Focus de hoje, a projeção para a produção industrial de 2019 permaneceu em 2,50%. Há um mês, estava em 2,80%. No caso de 2020, a estimativa de crescimento da produção industrial permaneceu em 3,00%, igual ao visto quatro semanas antes.

A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2019 seguiu em 56,20%. Há um mês, estava em 56,25%. Para 2020, a expectativa foi de 58,20% para 58,50%, ante 58,40% de um mês atrás.



O gráfico diário do IBOV acionou um pivot de alta na última sexta-feira, o qual pode ser interpretado também como um mastro-bandeira.




O grande desafio será sustentar os preços acima da cabeça do pivot, com principal destaque para a sessão de hoje, pós-rompimento.

Caso exista essa consolidação, o que será um grande desafio, quem sabe os players já mirem a máxima histórica como algo factível.


Teríamos uma simetria em "V" em andamento?

Saberemos brevemente a resposta.

Bons negócios!

Wagner Caetano, para o Cartezyan
Diretor da TopTraders
contato@toptraders.com.br